Famílias · Orientação parental
Orientação parental: apoio para quem cuida.
Para mães, pais e cuidadores de crianças e adolescentes com TDAH, autismo ou em investigação. Os encontros são com o adulto cuidador: o objetivo é entender o funcionamento do seu filho e construir estratégias possíveis para a rotina, sem culpa e sem julgamento.
Orientação conduzida por Mariana Miranda de Almeida · Psicóloga · CRP 12/22531
O que é a orientação parental
É um acompanhamento psicológico voltado aos pais e cuidadores. Nos encontros, quem é atendido é o adulto que cuida, não a criança ou o adolescente.
- Não é terapia do seu filho: é um espaço para quem cuida dele
- Não é curso nem receita pronta: cada família recebe um olhar individual
- Não é julgamento: ninguém vai apontar o que você fez de errado
Para quem é
Filhos com autismo (TEA)
Você quer entender o funcionamento do seu filho e saber como apoiar sem se perder no caminho.
Filhos com TDAH
Rotina, prazos e impulsividade viraram um desgaste diário em casa.
Ainda em investigação
Não há diagnóstico fechado, mas o dia a dia já pede compreensão e estratégias.
Pais de adolescentes
As demandas mudaram com a idade e você quer acompanhar essa fase sem perder o vínculo.
Cuidadores que discordam
Cada adulto age de um jeito, e vocês querem falar a mesma língua.
Cuidadores no limite
Sobrecarga e culpa pesam, e você também precisa de espaço para se reorganizar.
Temas dos encontros
Os temas partem da realidade de cada família. Os mais frequentes são:
- Como o funcionamento do seu filho influencia o comportamento dele
- Rotina, previsibilidade e organização do dia a dia
- Comunicação e fortalecimento do vínculo
- Limites com afeto, sem punição e sem permissividade
- Regulação emocional da criança e de quem cuida
- Construção de autonomia no ritmo de cada um
- Alinhamento entre os cuidadores
- Culpa, sobrecarga e esgotamento parental
Como funciona
- Primeira conversa. Para entender a sua família, o que mais tem pesado e o que você espera do acompanhamento.
- Encontros de orientação. Online, com um ou mais cuidadores, com frequência combinada no início.
- Ajustes ao longo do caminho. As estratégias são testadas na rotina e revistas quando necessário.
Não há fórmula nem promessa de resultado. Cada família tem o seu ritmo, e é esse ritmo que guia o trabalho.
Quem conduz
Mariana Miranda de Almeida, psicóloga, CRP 12/22531. Atua com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), com experiência em TDAH, autismo e ansiedade. Na orientação parental, esse olhar se volta para quem cuida.
Dúvidas frequentes
Meu filho precisa participar dos encontros?
Não. A orientação é conduzida com os pais e cuidadores.
Preciso de um diagnóstico fechado para começar?
Não. A orientação ajuda tanto famílias com diagnóstico quanto as que ainda estão em investigação.
A orientação substitui o acompanhamento do meu filho?
Não. São processos diferentes, que podem caminhar juntos quando o acompanhamento individual da criança ou do adolescente for indicado.
Os dois cuidadores precisam participar?
Pode ser com um ou mais cuidadores, conforme a realidade da família. Quando possível, a participação de todos facilita o alinhamento em casa.
O atendimento é online?
Sim, por videochamada, o que costuma facilitar a rotina de quem tem filhos.